Primeiro o que são fundos imobiliários? são investimentos que realizamos em imóveis dos mais diferentes tipos, como já deixa sub entendido existem vários tipos ao qual eu e você podemos investir. Eles existem desde 25 de junho de 1993 no entanto os pequenos investidores só tiveram acesso a eles em 15 de outubro de 1999, e cada vez mais de um tempo para cá vem sido adotado pelos investidores de mercado financeiro acrescentando essa tipo de investimento em sua carteira. os fundos imobiliários (conhecido também como FIIs) tem recebido cada vez mais adeptos que procuram uma renda passiva já que eles pagam dividendos de forma recorrente ao contrario das ações (caso você tenha interesse em saber mais sobre esse tipo de investimento criei uma matéria e vou deixar o link abaixo).
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Quais tipos de fundos imobiliários existem?
Os fundos imobiliários (FIIs) podem ser classificados em vários tipos, os principais são:
Fundos de tijolo
Fundos de papel
Fundos híbridos
Fundos de fundos (FOFs)
Para seu conhecimento vou explicar como cada um deles funcionam.
Fundos de tijolo – essa modalidade aplica na construção e exploração de imóveis físicos, como shopping center, prédios comerciais galpões logísticos entre outros. O bom dessa modalidade que você ganha como todos os outro com a valorização da cota, os dividendos mensais, mais com a valorização do imóvel. Sua receita vem através dos alugueis que são pagos e parte de acordo com a quantidade de cotas que você possui é repassado para o investidor, essa modalidade possibilita que o investidor tenha a possibilidade de receber um aluguel (com um pequeno investimento) sem ter que comprar um imóvel o que se torna inviável para muitas pessoas.
Fundo de papel – investem em títulos financeiros como CRIs, LCI (letra de credito imobiliários entre outros, os seus rendimentos veem de índices como IPCA (índice nacional de preços ao consumidor) ou CDI (certificado de depósito interbancário) essa modalidade também distribui dividendos mensais e tem isenção de imposto de renda.
Fundos híbridos – são fundos de investimentos que combinam imóveis e recebíveis imobiliários.
Fundo de fundos (FOFs) – são fundos imobiliários que aplicam em outros fundos imobiliários. Mas caso opte por aplicar nessa modalidade fique atento, pois ocorre dupla tributação já que todos os fundos imobiliários tem uma taxa de administração (que é cobrada pela gestora do fundo) e o fundo investido irá cobrar a taxa e o fundo aplicado também irá.
Qual a vantagem de investir em fundos imobiliários?
Diversificação – um fundo não investe em um único ativo seja qual for, logo ele diminui o risco e aumenta o potencial de ganhos
Liquidez – imagina que você compre um imóvel para vender existem vários processos que terá que realizar para realizar a venda, já nos FIIs não é necessário nada disso pois ele é negociado na bolsa de valores
Baixo custo de entrada – hoje existem fundos a partir de 10 reais, o que possibilita qualquer pessoa comprar
Rendimentos recorrentes – todos os FIIs distribuem rendimentos (dividendos) mensais
Gestão profissional – como já disse todo fundo tem um gestor que irá analisar o mercado e fazer a alocação dos valores recebíveis
Isenção do imposto de renda – ao contrário de um imóvel físico os FIIs são isento de imposto de renda
O que tenho que olhar para investir em FIIs?
Como foi dito logo acima todo fundo cobra uma taxa da administração logo deve se atentar o ideal é uma taxa no máximo de 1,2% a.a (quanto menor melhor) alavancagem ( é a forma que um fundo utiliza para capitar recursos sem fazer a emissão de novas cotas (subscrição) pegando empréstimos. sendo no máximo ou inferior de 20% (quanto menor melhor). Seu valor patrimonial sendo no mínimo 1 bilhão, Idade do FII (quanto tempo ele existe) sendo no mínimo maior ou superior há 5 anos, liquidez sendo no mínimo 1 milhão, e por último não menos importante se vence a inflação. No caso dos FUNDOS DE PAPEL é necessário olhar a vacância (índice que analise qual o percentual % de ocupação do imóvel) já que o aluguel veem dos inquilinos que fecharam contrato de locação, sendo no máximo 10% (quanto menor melhor).
